Poema auto-analítico
O que é ficar presa em uma idéia,
descobrir o que me prende.
Não é a razão, nem a emoção,
É a idéia do que eu tinha sentido,
quando se trata de você.
Preterito mais-que-imperfeito.
Meus pensamentos sintonizados nessa energia,
nessa idéia comandam até o "random" do meu som.
Memética, talvez.
Essa é a parte ruim de histórias mal resolvidas,
elas ficam martelando até..., até.
A escolha de acabar com isso já partiu de mim,
já foi e já voltou.
O que eu quero? Quero que termine? Ou quero que continue?
Isso me alimenta ou me destrói?
Meu coração anda cansado com tantas elocubrações.
Eu quero você, mesmo sabendo que
agora não posso ter.
descobrir o que me prende.
Não é a razão, nem a emoção,
É a idéia do que eu tinha sentido,
quando se trata de você.
Preterito mais-que-imperfeito.
Meus pensamentos sintonizados nessa energia,
nessa idéia comandam até o "random" do meu som.
Memética, talvez.
Essa é a parte ruim de histórias mal resolvidas,
elas ficam martelando até..., até.
A escolha de acabar com isso já partiu de mim,
já foi e já voltou.
O que eu quero? Quero que termine? Ou quero que continue?
Isso me alimenta ou me destrói?
Meu coração anda cansado com tantas elocubrações.
Eu quero você, mesmo sabendo que
agora não posso ter.
Você sempre adivinha o que preciso ouvir!
Valeu mesmo pela paciência da caixa de e-mails cheia de desabafos interminavéis!
Te adoro!